Futuro das profissões: a máquina substituirá o ser humano?
Durante a aula de Ciências Sociais e Meio Ambiente assistimos o vídeo IBM Watson: Bem-vindo à era cognitiva.
Com o avanço da tecnologia, é notório que o trabalho braçal vem sendo reduzido. Um grande processo a ser citado é a transformação da manufatura para maquinofatura, que mudou completamente a escala global de produção nas indústrias têxteis. Se for levado em conta essa lógica, provavelmente a máquina em algum dia ganhará tanta inteligência que poderá substituir o ser humano.
Com o avanço da tecnologia, é notório que o trabalho braçal vem sendo reduzido. Um grande processo a ser citado é a transformação da manufatura para maquinofatura, que mudou completamente a escala global de produção nas indústrias têxteis. Se for levado em conta essa lógica, provavelmente a máquina em algum dia ganhará tanta inteligência que poderá substituir o ser humano.

O contexto em que foi visto o vídeo é importante: discutíamos a extrema compartimentação disciplinar do conhecimento vivido desde o Iluminismo, a partir dos questionamentos de Edgar Morin, que se apresenta de forma drástica na formação limitada dos profissionais de todas as áreas do conhecimento, e deformada pelo excesso de especialização da formação.
ResponderExcluirO Watson da IBM mostra que não é mais possível que os seres humanos fiquemos compartimentados em nossas bolhas de conhecimento especializado, uma vez que um super banco de dados já pode reunir informações de todas as áreas do conhecimento, minimizando - ou eliminando - a necessidade de várias profissões. Precisamos nos preparar para o raciocínio e linguagem computacional para podermos dominar as nossas profissões.